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Mostrando postagens de Setembro, 2015

RESENHA DO LIVRO: "O MUNDO DE SOFIA: ROMANCE DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA"

O livro de Jostein Gaarder concebe romance em que o major a serviço de um regimento da ONU no Líbano, Albert Moller Knag, quer presentear sua filha, Hilde Moller Knag, com um livro de filosofia no aniversário de seus quinze anos. Como não encontra nenhum volume a oferecer uma linguagem jovial, resolve, ele mesmo, escrevê-lo. A trama acontece em Oslo e vizinhanças, Noruega, quando o major começa a enviar cartões-postais para sua filha Hilde, prometendo-lhe um presente de aniversário. Só que, simultaneamente, cópias dos cartões eram enviadas para uma desconhecida Sofia Amundsen, que completará quinze anos no mesmo dia de sua filha. Sofia, sem nada entender, é convocada por um filósofo, Alberto Knox, a receber aulas de filosofia. Sem alternativa, acaba aceitando o convite, ocorrendo a princípio por correspondência. Antes do final do curso, os dois descobrem que são apenas personagens do livro do major Albert Knag e lutam até o final da estória para, usando seus conhecimentos filosóficos e…

ESTES NÃO SÃO SERES HUMANOS, NOSSOS IRMÃOS E IRMÃS?

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“O grau de civilização e de espírito humanitário de uma sociedade se mede pela forma como ela acolhe e convive com os diferentes. Sob este aspecto, a Europa nos oferece um exemplo lastimável que beira à barbárie” POR LEONARDO BOFF | 04/09/2015 12:25 Congresso em foco

LEONARDO BOFF O grau de civilização e de espírito humanitário de uma sociedade se mede pela forma como ela acolhe e convive com os diferentes. Sob este aspecto, a Europa nos oferece um exemplo lastimável que beira à barbárie. O menino sírio de 3 anos afogado na praia da Turquia simboliza o naufrágio da própria Europa. Ela sempre teve dificuldades de aceitar e de conviver com os “outros”. Geralmente a estratégia era e continua sendo esta: ou marginaliza o outro, ou o submete, ou o incorpora ou o destrói. Assim ocorreu no processo de expansão colonial na África, na Ásia e principalmente na América Latina. Chegou a destruir etnias inteiras como aquela do Haiti e no México. O limite maior da cultura europeia ocidental é sua arrogân…